5 indicadores de gestão financeira que você precisa acompanhar

Uma empresa só consegue apresentar crescimento sustentável quando sabe realizar a análise dos seus resultados operacionais. A compreensão dos demonstrativos financeiros do negócio é fundamental para a avaliação da performance corporativa, e o acompanhamento adequado precisa ser embasado em indicadores de gestão financeira.

Esses indicadores facilitam o entendimento do cenário da organização. Assim, o gestor é capaz de desenvolver um planejamento estratégico com ações certeiras para otimizar os resultados. Afinal de contas, uma empresa sem dinheiro para investir e cumprir com suas obrigações financeiras não tem como crescer.

Leia este post para conhecer os 5 principais indicadores de gestão financeira empresarial e entenda de que forma eles ajudam a performance do seu negócio.

1. Custos fixos e custos variáveis

Os custos fixos são os gastos contínuos da firma, ou seja, os que precisam necessariamente ser considerados no ano. O melhor jeito de categorizar uma empresa como custo fixo é buscar analisar se esse sofre uma grande variação ou não conforme a demanda produtiva. Por exemplo: uma loja de bolos paga o mesmo valor de aluguel do imóvel, independentemente se produzir 10 ou 100 bolos por mês. Então, o aluguel é um custo fixo.

Os custos variáveis oscilam na proporção das atividades produtivas do negócio. Isto é, o valor de um custo variável depende diretamente da demanda. Por exemplo, a loja de bolo vai gastar mais farinha quanto mais bolos forem produzidos. Portanto, o empresário precisa saber quais são os custos fixos e variáveis da sua empresa, a fim de entender qual deve ser a produção do seu negócio para que essas despesas sejam cobertas, obtendo lucro.

2. Margem bruta

A margem bruta mostra o ganho da organização com a venda de um produto ou serviço, descontados os gastos de produção e comercialização. O cálculo desse indicador de gestão financeira é obtido com a seguinte fórmula:

Margem Bruta = (Receita – Deduções – Custos Diretos Variáveis) x 100

3. Margem líquida

A margem líquida é responsável por revelar o que sobrou da quantia vendida deduzidos todos os custos, inclusive o imposto de renda. Essa margem aponta o lucro líquido empresarial para cada unidade vendida pelo negócio. Você deve calcular a margem líquida dividindo o lucro líquido pelas vendas e, então, multiplicando o resultado por 100.

4. Ponto de equilíbrio

O ponto de equilíbrio expõe o valor de faturamento a ser alcançado para que as contas empresariais fiquem equilibradas. Podemos dizer que esse indicador seria o “empate financeiro”, quando as entradas e saídas do caixa são iguais.

Ele é imprescindível para o gestor encontrar a estabilidade financeira do seu estabelecimento. Portanto, se você perceber que está muito longe do ponto de equilíbrio do seu negócio, pare e analise o que está errado na sua capacidade produtiva. Depois, tome atitudes para mudar esse cenário.

Para calcular esse indicador, divida os custos fixos pela margem de contribuição.

5. Liquidez corrente

Aponta os valores que o empreendimento receberá em contrapartida ao que deve ser pago em um determinado intervalo de tempo. O ideal é que a liquidez corrente seja sempre maior do que 1. Quando o resultado fica abaixo disso, estamos falando de uma empresa endividada, que pode não conseguir arcar com as suas obrigações.

A fórmula da liquidez corrente é:

Liquidez corrente = ativo circulante / passivo circulante.

Analisar os indicadores de gestão financeira é crucial para que o empreendedor possa administrar os recursos do seu negócio adequadamente. Esse estudo não deve ser feito separadamente, pois todos indicadores estão relacionados uns com os outros. Ao estudá-los em conjunto, você conseguirá ser um gestor muito mais eficiente.

Agora, continue a sua leitura com esse post: Confira as 5 melhores práticas de gestão de boletos para empresas!

Descubra como fazer a gestão do fluxo de caixa de maneira efetiva

Um empreendedor que não sabe exatamente o que entra e o que sai de dinheiro do seu caixa simplesmente fica impossibilitado de controlar adequadamente as finanças da sua empresa. O mapeamento das receitas e despesas é algo básico e indispensável para uma administração eficiente. Isso porque a gestão de fluxo de caixa, quando feita corretamente, fornece uma base de dados extremamente relevante para apoiar a tomada de decisões.

O empresário que realiza o fluxo de caixa consegue visualizar de maneira ampla como anda a saúde financeira do negócio. Isso significa identificar, por exemplo, que um determinado mês com potencial para excelentes números de faturamento, na verdade, produziu ganhos quase similares aos gastos.

Por essa razão, vamos explicar para você quais são as melhores práticas para gerenciar seu fluxo de caixa da melhor forma. Confira!

Entenda os diferentes tipos de fluxo de caixa

O primeiro passo para uma gestão de fluxo de caixa efetiva é conhecer quais são os tipos existentes. Veja:

Projetado

O fluxo de caixa projetado tem como objetivo, justamente, projetar as quantias que a empresa tem a receber e a pagar. Com ele, é possível prever a necessidade de capital de giro, o quanto o negócio pode vender, as receitas e despesas, a provisão de recursos para investimentos, entre outros pontos.

Para elaborar esse tipo de fluxo de caixa, você precisa considerar o histórico da organização, as tendências do mercado e cenários esperados para inflação e oscilações no custo dos insumos e demais despesas, como transporte, manutenção etc.

Operacional

O fluxo de caixa operacional representa o registro das transações financeiras que estão relacionadas exclusivamente à operação do empreendimento, como a compra de material. Aqui, você não deve considerar rendimentos de ativos, impostos, aquisição de imobilizados, entre outros gastos que não pertencem à operação.

Direto

O fluxo de caixa direto é parecido com o operacional. Mas, nesse caso, deve-se incluir os tributos, investimentos e a necessidade de capital de giro. Esse tipo faz o registro das operações financeiras sem nenhum desconto. Isto é, todas as movimentações são anotadas com o seu valor bruto, para que sirva como uma forma mais completa de controlar as finanças.

Indireto

Já o fluxo de caixa indireto diz respeito ao lucro e prejuízo apontados na Demonstração de Resultado do Exercício (DRE). Sua atualização é baseada em fatores econômicos, como amortizações e depreciações.

De investimentos

Depois que todos os gastos e custos da organização forem deduzidos, a quantia que sobra é usada para compor o fluxo de caixa de investimentos. Ele deve considerar o dinheiro que foi utilizado com a compra de máquinas, gastos de capital e o que entrou na conta pela venda de ativos. Analisar esses números possibilita enxergar mais claramente se sobrarão recursos para investir.

Livre

O fluxo de caixa livre é referente ao que sobra no caixa após as deduções e os pagamentos contábeis. Se você precisa fazer qualquer tipo de estimativa financeira ou valorar uma empresa, essa é a melhor maneira, visto que esse tipo de fluxo de caixa mostra a capacidade que o negócio tem quanto à distribuição de dividendos. Ele mede o potencial da organização em gerar capital em longo, médio e curto prazo.

Separe categorias

Para compreender exatamente como o dinheiro da sua empresa está sendo gasto e de onde estão vindo as receitas, você precisa dividir os lançamentos do seu fluxo de caixa em categorias. Atente-se apenas ao fato de que essa categorização precisa ser pertinente ao seu tipo de negócio, sendo que o objetivo da divisão é gerar informação relevante para a tomada de decisão.

Algumas categorias básicas são:

  • receitas/entradas;
  • custos;
  • despesas;
  • investimentos;
  • financiamentos.

Cadastre as contas a pagar e a receber

Depois de estruturar as categorias do seu fluxo de caixa, chegou a hora de cadastrar todas as contas a pagar e a receber. Se você acha que aquelas despesas de menor valor não precisam ser registradas, pois são muito pequenas e não farão diferença, está muito enganado.

O resultado do seu fluxo de caixa precisa bater exatamente com o saldo da sua conta corrente empresarial. Por isso, nada pode ficar de fora. Além do mais, esses pequenos gastos somados podem representar um valor considerável no final do mês. Só com o mapeamento correto você será capaz de perceber se isso está ou não acontecendo. A mesma coisa serve para as vendas.

Crie uma rotina

Para que você não deixe de fazer esse monitoramento e registro de todas as transações financeiras do seu empreendimento, nossa dica é criar uma rotina para a tarefa. Pode ser todos os dias pela manhã, ou no final do expediente. Dependendo do volume de movimentação do seu caixa, você pode até fazer isso a cada dois dias. Avalie a sua rotina e inclua essa atividade nos seus afazeres.

Analise resultados

De nada adianta se empenhar na estruturação e anotações do seu fluxo de caixa se não parar para analisar os resultados obtidos. Afinal, você conhece o seu negócio melhor do que ninguém. Por isso, é a pessoa ideal para estudar e interpretar o que aqueles números querem dizer.

Você pode perceber que precisa reduzir gastos, ou que a venda de um determinado produto ou serviço está indo melhor do que esperava e, portanto, deve investir em mais divulgação para aproveitar o bom desempenho.

Conte com aplicativos para ajudar

Quando você opta por utilizar aplicativos para o mapeamento dos pagamentos empresariais, ganha produtividade nas suas atividades diárias estratégicas.

Ser um pequeno empreendedor não é fácil, pois sobra trabalho e falta mão de obra. Por isso, é preciso otimizar seu tempo e automatizar tudo o que for possível. Só assim você conseguirá focar no planejamento estratégico do seu negócio.

A gestão de fluxo de caixa é responsável por auxiliar o desenvolvimento da sua empresa, mostrando como está a saúde financeira da organização e embasando decisões mais acertadas.

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Como controlar as finanças: 5 hábitos que você precisa mudar

Para progredir e fazer planos é preciso arrumar a base, saber o equilíbrio exato entre o que é gasto e recebido e entender como controlar as finanças pessoais.

Despesas acumuladas e fora do controle não só prejudicam o bolso do indivíduo como também podem afetá-lo emocionalmente e impedir que ele agarre oportunidades de investimentos em sua área.

Por esse motivo, alguns hábitos precisam ser cortados para que o controle seja estabelecido. Quer saber se você tem alguns desses costumes e como acabar com eles? Leia mais.

1. Gastar descontroladamente e sem estabelecer prioridades

A receita adquirida no trabalho exige esforço e, na maioria das vezes, para compensar tudo isso, as pessoas compram e usam serviços sem pensar em quais são suas prioridades para aquele dinheiro no momento.

E isso é um dos grandes pontos que impedem o planejamento do futuro.

Como planejar a aquisição de um patrimônio se o dinheiro que sobra é investido sem critérios? Uma boa maneira de cortar esse hábito é estabelecer metas e reparti-las em objetivos menores, dando direcionamento aos gastos.

2. Não fazer um controle por planilha ou aplicativo financeiro

Outro hábito e reclamação de muitas pessoas é que elas não percebem suas remunerações se esgotando. Felizmente, para resolver isso é bem simples: basta utilizar um mecanismo que permita anotar as despesas diariamente, seja em um caderninho, uma planilha ou aplicativos, tudo depende de qual deles será mais fácil de ser administrado.

Outra dica interessante também é aderir soluções tecnológicas que otimizem o controle e pagamentos de boletos, seja da empresa, seja pessoal.

3. Desconsiderar as taxas bancárias e de cartões de crédito

Se o saldo está no azul, está tudo certo! Na verdade, esse é o pensamento de muitos indivíduos que, mais uma vez, reclamam de não conseguirem poupar no final do mês.

A raiz do problema pode estar nas taxas bancárias e dos cartões de crédito que são pagas, mas que poderiam ser bem menores — principalmente se o rotativo da conta-corrente e do cartão forem utilizados.

Para corrigir essa falta de controle, é preciso analisar o pacote de serviços incluso nas contas bancárias e dos produtos rotativos. Atualmente, existem bancos que não cobram anuidade e que ofereçam pacotes de serviços personalizados, basta reunir comprovantes da movimentação financeira e buscar uma instituição que ofereça uma proposta mais condizente com seu perfil.

4. Deixar para começar as reservas financeiras mais tarde

Controlar as finanças pode significar otimizar as despesas para investimentos mais sábios.

Ou seja, não se trata apenas de cortar despesas, afinal, muitas vezes elas são necessárias para o crescimento de patrimônio. O objetivo é fazer com que todas elas tenham uma razão dentro do planejamento definido.

Isso garantirá uma margem mensal para a realização de investimentos, seja para criar uma poupança emergencial, seja para o planejamento da aposentadoria.

O problema é que, na maioria das vezes, os profissionais postergam essa atitude por acharem que a aposentadoria está muito longe.

E uma boa dica para eliminar esse pensamento é estimar quantos serão seus gastos na aposentadoria e comparar com o teto da aposentadoria atual. O choque de realidade fará com que a consciência financeira seja estabelecida.

5. Não admitir que precisa aprender como controlar as finanças

A negação de um problema é um dos velhos hábitos que devem ser extintos, especialmente quando o assunto é as finanças pessoais. Todo mundo precisa aprender ou atualizar seus conhecimentos sobre finanças, afinal de contas, o mercado financeiro também está em constante evolução.

Vemos processos de desbancarização, a entrada dos Bitcoins como moeda de comercialização e outras tantas mudanças que mexem com as cotações, valores e, claro, mudam as ferramentas e formas de fazer negócios.

Saber como controlar as finanças também garante que o empreendedor ou investidor tenha tranquilidade para focar em assuntos profissionais e pessoais, com uma preocupação a menos para lidar em conjunto.

Depois de saber como controlar as finanças, vale a pena buscar soluções para otimizar seus ganhos. E para isso, temos dicas também. Então, continue sua leitura descobrindo como otimizar sua produtividade.

Aprenda a fazer um fechamento de caixa eficiente para sua empresa

O fechamento de caixa impacta diretamente na qualidade de gestão do seu negócio. Afinal, a saúde financeira da sua empresa depende do controle das entradas e saídas diárias.

Ao dedicar a devida atenção para essa tarefa, adotando boas práticas administrativas, você terá menos chance de passar por problemas financeiros.

Por isso, neste post, vamos explicar como melhorar o fechamento de caixa de sua empresa, tornando essa atividade mais eficiente. Leia, para depois colocar essas dicas em prática.

Como fazer um fechamento de caixa eficiente

Saiba qual é o saldo inicial do caixa

Quando o caixa é aberto, a primeira coisa a fazer é dar entrada no valor inicial de reserva, que também leva o nome de fundo de caixa (suprimento).

É uma soma baixa de dinheiro, composta tanto por cédulas como por moedas. A função desse valor inicial de reserva é servir como troco para o operador do caixa. Esses recursos também podem ser usados para o pagamento de pequenos gastos ao longo do período.

Registre todas as entradas e saídas

O seu controle jamais funcionará como deve se você deixar de anotar tudo o que entra e sai do caixa. Isso porque qualquer pequeno pagamento ou um retorno que seja esquecido já basta para que a quantia final de recursos do seu caixa não fique de acordo com as anotações.

Outra prática não recomendada é fazer o pagamento de uma fatura com recursos da conta bancária e, no lançamento, cadastrar essa despesa como saída do caixa. Nesse caso, o fechamento acusará uma grande diferença em dinheiro e você não vai entender como isso aconteceu.

Por essa razão, seja cuidadoso ao lançar qualquer tipo de transação referente ao caixa. Não se esqueça de que, quanto mais precisos forem os registros, maior será a chance de saber, de modo exato, tudo o que foi pago e recebido.

Realize o fechamento por operador

As empresas que ficam muitas horas abertas precisam que seu caixa seja aberto e fechado mais de uma vez ao dia. Nessas situações, é normal que aconteça troca de turnos de funcionários e, consequentemente, dos operadores de caixa.A fim de impedir que aconteça qualquer tipo de problema em relação à identificação de erros e levantamento das responsabilidades de cada um dos operadores, a melhor prática é o fechamento e nova abertura do caixa toda vez que eles forem trocados.

Caso o seu negócio não tenha essa alternância de operadores na rotina diária, ou para empresas que tem só um operador, é preciso ter o cuidado em dispor de um registro formal de quem realizou o controle do caixa em determinado dia.

Ainda nessas anotações, é fundamental que sejam relacionados os horários de abertura e fechamento, e todas as quantias que forem equivalentes a cada uma dessas movimentações.

Essas providências têm o objetivo de assegurar que a sua empresa tenha controle da situação financeira a todo momento.

Como você acabou de ler, para fazer um fechamento de caixa eficiente basta incorporar algumas ações simples na rotina diária do negócio. Agora, é só colocar a mão na massa e implementar essas boas práticas em sua organização.

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6 dicas para pagar suas contas em dia e manter sua vida financeira organizada!

Você precisa de organização financeira para conseguir pagar suas contas em dia.

O controle das suas despesas e receitas é fundamental para que as suas finanças estejam sempre organizadas. Com isso, você evitará prejuízos com o pagamento de multas e juros de contas atrasadas.

E tem mais: controlar eficientemente o que entra e sai da sua conta também aumentará o quanto você consegue poupar no final do mês. Isso porque será possível identificar possíveis gastos supérfluos, eliminando as despesas que dá para viver sem.

Neste post, você conhecerá dicas simples e eficazes para ter uma melhor gestão financeira. Confira!

Como pagar as contas em dia

1. Definir objetivos financeiros

Você pode saber o que deve ser feito para manter a sua vida financeira organizada, mas isso não vai adiantar nada sem a definição de objetivos financeiros. Estabelecer metas transformará os seus sonhos em realidade, pois você saberá quanto custa cada objetivo a ser alcançado.

Portanto, o primeiro passo é determinar quais são os objetivos financeiros mais importantes para a sua saúde econômica. Não dá para querer fazer uma viagem internacional se você tem dívidas a serem quitadas, por exemplo. Ou seja, seja racional ao escolher as suas metas. Para atingi-las, estipule metas de gastos mensais e de receitas para serem cumpridas.

2. Elaborar um orçamento

Elaborar um orçamento é um passo que não pode ser ignorado de forma alguma quando falamos de organização financeira. Essa é a forma mais prática e simples de controlar as suas despesas. Assim, você garantirá que o seu dinheiro seja gasto do jeito que planejou. A primeira etapa da concepção de um orçamento pessoal é identificar como é que você está gastando seus recursos. O ponto aqui é ter consciência quando uma despesa é realmente indispensável ou quando ela é supérflua.

Quem consegue pagar as contas em dia sabe a diferença entre o que é luxo e o que é necessário. Caso você gaste mais do que ganha todos os meses, pode ter certeza de que existem compras que podem ser evitadas. Depois de identificar os seus gastos, chegou a hora de definir metas para eles. Essas metas devem considerar seus objetivos financeiros traçados em longo prazo. Além disso, você deve acompanhar as despesas dos próximos meses, para ter certeza de que o valor está dentro do planejado.

Lembre-se de que alguns meses possuem despesas extras, como o pagamento do IPVA do carro em janeiro, além de IPTU da casa ou gastos com o material escolar das crianças.

3. Fazer a gestão de dívidas

Infelizmente, no Brasil falta instrução quando falamos de educação financeira. Por essa razão, muitas pessoas acabam se endividando sem ter noção das consequências que isso trará para a sua saúde financeira. Vale lembrar que nosso país tem uma das taxas de juros mais altas do mundo para empréstimos, e os mais caros são o cheque especial e o rotativo do cartão de crédito.

Portanto, se você já está inadimplente, é preciso fazer a gestão dessas dívidas até que elas acabem. Em primeiro lugar, priorize aquelas que têm os juros mais altos. A eliminação desse tipo de dívida representará uma grande economia do pagamento de juros dentro do seu orçamento pessoal.

Outra boa prática é procurar os seus credores e propor a renegociação de dívidas antigas. Pode ter certeza de que eles terão preferência em baixar o valor do que você deve, em vez de correr o risco de nunca receber o dinheiro que te emprestaram.

4. Criar uma reserva para emergências

Quem consegue guardar dinheiro no final do mês investe na própria tranquilidade. Afinal, passar por uma emergência sem ter uma reserva para isso é um grande stress. Por essa razão, aconselhamos que você poupe dinheiro sempre que puder. Nunca se sabe quando problemas imprevisíveis, como doenças ou acidentes, acontecerão na sua vida.

Utilize esses recursos para realizar investimentos inteligentes, fazendo com que o seu dinheiro trabalhe para você. Procure avaliar qual é o seu perfil de investidor, se é mais conservador ou arrojado, e busque as opções que proporcionem os melhores rendimentos. Consultores financeiros indicam a renda fixa para quem não gosta de correr grandes riscos e a renda variável para investidores mais agressivos. 

5. Buscar apoio de especialistas financeiros

Tempo é dinheiro, e isso não é segredo para ninguém. E estar sempre bem informado sobre a variação da rentabilidade das aplicações do mercado financeiro demanda tempo. São diversos indicadores econômicos, tipos de aplicações em renda fixa e renda variável, diferentes instituições financeiras que oferecem papéis para você alocar seus ativos. Sem contar a volatilidade, que precisa ser monitorada sempre.

Nessa correria do dia a dia, fica inviável você cuidar da sua vida pessoal e profissional, da sua casa, e também ter que lidar com todas as informações específicas e aprofundadas sobre o mercado financeiro, não é mesmo?

Buscar o apoio de especialistas financeiros te fará economizar um tempo considerável nessa função, pois o consultor financeiro fica responsável por comunicar a você quais são os melhores investimentos do momento, tornando o ato de aplicar seus recursos algo simples e prático.

6. Utilizar aplicativos para facilitar a gestão de pagamentos

Hoje em dia, com a correria em que vivemos, é fácil se esquecer de fazer um pagamento. E isso representa prejuízo para o seu bolso. Para que isso não aconteça, procure utilizar aplicativos que facilitem a gestão das suas faturas. Uma ótima opção é o Tilix, uma plataforma que organiza todos os seus boletos em um só lugar.

Esse aplicativo simplifica a sua rotina, trazendo praticidade e segurança para a quitação de boletos bancários sem precisar sair de casa, proporcionando agilidade na gestão de pagamentos. Você ganha de duas formas, pois além de não correr o risco de pagar juros e multas desnecessárias, ainda otimiza o seu tempo para focar em coisas que realmente valem a pena.

Neste post, te demos 6 dicas simples e eficazes para conseguir pagar suas contas em dia. Agora, chegou a hora de tirar a teoria do papel e partir para ações práticas que ajudarão você a ter a independência financeira que sempre sonhou.

Baixe o aplicativo da Tilix e organize todos os seus boletos em um só app!

Confira dicas para fazer uma boa organização financeira empresarial

A organização financeira empresarial é imprescindível para que o empreendedor seja capaz de controlar os recursos do seu negócio, além de ser a base da tomada de decisões acertadas, garantindo o crescimento da empresa.

Mas, muitos gestores ainda têm dúvidas de como controlar adequadamente as finanças do seu empreendimento.

Por isso, neste post, vamos te dar dicas importantes de como organizar as finanças da sua pessoa jurídica, para que você melhore a gestão do seu negócio. São ações práticas que você pode iniciar hoje mesmo, a fim de estruturar de forma correta o caixa da sua micro ou pequena empresa. Confira!

Como fazer a organização financeira empresarial

Não misturar as contas

Esse é o erro mais comum de um microempreendedor: misturar as contas pessoais com as contas da empresa, o que pode causar sérios desequilíbrios no caixa. Portanto, a regra número 1 quando o assunto é organização financeira empresarial é não confundir o lucro do seu negócio com o seu lucro como dono.

Isso porque a rentabilidade da empresa deve ser empregada para diversos fins, como fazer investimentos, utilizar como capital de giro e arcar com as despesas da folha de pagamento. Já o dinheiro que você ganha como empresário tem a finalidade de pagar os seus gastos pessoais.

Por essa razão, uma prática que deve ser implementada é a definição de um valor para o pró-labore, que é o nome dado a essa retirada fixa que o empreendedor faz do caixa da sua empresa.

É uma atitude simples, mas que evita buracos no caixa e brigas entre os sócios. Ressaltamos que o seu pró-labore precisa ser aderente à realidade da sua microempresa, para que as obrigações financeiras do negócio não fiquem comprometidas. Outra atitude importante é ter contas bancárias separadas, ou seja, uma conta para sua pessoa física (CPF) e outra para sua pessoa jurídica (CNPJ).

Definir gastos em ordem de prioridade

Caso a sua empresa tenha dívidas, você precisa priorizar os pagamentos que possuem maior taxa de juros, para que seu lucro não seja todo gasto com esse tipo de despesa.

Procure considerar trocar uma dívida mais cara por outra mais barata, o que pode representar uma grande economia para o caixa do seu negócio. Muitas vezes, a falta de organização acaba gerando despesas desnecessárias com multas por atraso. Então, não deixe de controlar todos os seus boletos pelas datas de pagamento. Pense em investir em uma plataforma simples e eficiente para te ajudar nesse controle de títulos a pagar.

Estar sempre atualizado

Você precisa conhecer o que os seus clientes querem para poder oferecer produtos conforme a demanda. Realizar boas compras, nas quantidades adequadas e em conformidade com a saída dos seus produtos, é fundamental para evitar que falte dinheiro no caixa da sua empresa. Para isso, você deve estar sempre atualizado nas tendências do seu mercado de atuação. Pesquise, mantenha-se informado, estude o seu consumidor. Dessa forma, você faz não só boas compras com seus fornecedores, como também boas vendas para seus clientes.

Evitar gastos desnecessários

Caso você não faça um controle frequente das entradas e saídas do seu estoque, bem como a contagem desses produtos periodicamente, nosso conselho é que adote essa prática o quanto antes. Afinal de contas, não tem como saber o giro dos seus produtos sem que um inventário seja feito. O prejuízo pode acontecer de duas formas na sua empresa, quando você não sabe o que tem no estoque.

Estoque acumulado é dinheiro parado. E dinheiro parado é prejuízo, pois esses recursos poderiam estar aplicados em investimentos, proporcionando uma renda extra para o seu negócio. Se o caixa da empresa está no vermelho, o prejuízo é ainda maior, pois você está arcando com o pagamento de juros enquanto tem capital parado em forma de estoque.

Outro tipo de prejuízo pela falta de inventário é só saber que não tem o produto disponível depois que a venda foi feita. Isso prejudica a credibilidade do seu negócio perante o seu cliente. Deu para entender que fazer uma má gestão de estoque é exatamente o mesmo que fazer uma má gestão dos recursos financeiros da sua microempresa. Portanto, preste atenção para evitar gastos desnecessários com mercadorias paradas.

Mão de obra sem qualificação

Hoje em dia, mais do que comprar um produto ou serviço, o consumidor dá valor para a experiência que a empresa proporciona para ele. Por essa razão, o atendimento da sua empresa deve ser impecável. E uma empresa é feita de pessoas. Esse é o capital mais valioso de qualquer negócio, pois são os seus empregados que servem como cartão de visita do seu empreendimento.

Contratar mão de obra sem qualificação pode impactar diretamente no seu faturamento, pois o trabalho ineficiente ocasiona perda de oportunidades de negócios. E, se conquistar a confiança de um cliente já não é tarefa fácil, reconquistá-la depois de um atendimento mau feito é mais difícil ainda, pode acreditar!

Usar tecnologia como aliada

Investir em tecnologia trará retorno financeiro para sua empresa. Afinal, uma boa plataforma para auxiliar a tarefa de gestão das finanças evita que você atrase as contas, pagando multas e juros desnecessários.

Além disso, você otimizará seu tempo para focar em atividades mais estratégicas, que tenham maior valor agregado para a sua microempresa.

Eliminar ao máximo processos manuais impacta diretamente na redução dos índices de erros e do aumento da produtividade, tornando os dados financeiros mais confiáveis e seguros. Para maximizar a sua economia de tempo, vale a pena conferir a Tilix Business, uma plataforma que concentra a gestão de todos os seus boletos em um só lugar.

Como você pode ver, uma boa organização financeira empresarial é fundamental para alavancar os negócios, conseguindo bons resultados. Sem um controle adequado do caixa do seu negócio, você coloca a saúde das finanças da sua microempresa em risco e o resultado pode ser ter que fechar as portas.

Por outro lado, o empreendedor que investe em boas práticas de gestão financeira fica muito mais próximo de ser um empresário de sucesso.

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5 dicas de como organizar as contas a pagar de modo eficiente!

Saber como organizar as contas a pagar é necessário para que você consiga fazer as suas atividades do dia a dia de uma maneira mais eficiente. Além disso, o controle das finanças também é fundamental para que você evite problemas referentes à inadimplência e gastos com juros.

Por isso, neste post, vamos te explicar quais as melhores estratégias para controlar o pagamento das suas despesas, além de te contar como a tecnologia pode ser uma grande aliada na gestão de contas e pagamentos de boletos.

Abaixo, conheça 5 dicas práticas de como ter suas contas a pagar devidamente organizadas.

Como organizar as contas a pagar

1. Criar uma lista em ordem de urgência

Se você possui algum tipo de dívida, procure priorizar o pagamento das que tenham taxas de juros mais altas, como o cheque especial do banco e o rotativo do cartão de crédito, que é quando você não consegue pagar toda a fatura. Ao escolher quitar esse tipo de dívida, você estará economizando os custos com os juros.

Assim, sobrará mais dinheiro para arcar com as suas outras despesas. Caso você não tenha dívidas, analise se existe algum desconto para pagamento antecipado das suas compras.

2. Conhecer o fluxo de caixa com entradas e saídas de recursos

Não tem como manter as finanças organizadas se você não conhece o que entra e sai da sua conta. Por essa razão, é fundamental fazer o mapeamento de todas as receitas e despesas do seu orçamento. Com esse controle, você será capaz de equilibrar os seus recursos e manter todas as contas em dia, gastando menos do que você ganha.

3. Estar atento aos prazos para evitar pagamento de juros

Atrasar o pagamento de uma conta simplesmente porque você esqueceu é desperdiçar dinheiro. Afinal, você terá que desembolsar um valor com as multas e juros única e exclusivamente por causa da sua falta de organização. Portanto, esteja sempre atento aos prazos de pagamento para fugir desse tipo de prejuízo desnecessário.

4. Criar lembretes

Hoje em dia, sabemos que todo mundo tem a vida corrida. Por isso, não dá para confiar somente na sua memória para lembrar se de todas as contas que você tem para pagar ao longo do mês. Então, recomendamos que você tenha alguma forma de criar lembretes para não se esquecer das despesas no dia do vencimento delas.

5. Utilizar a tecnologia como auxílio

A tecnologia é uma grande aliada para todas essas boas práticas que citamos. Existem plataformas muito simples e intuitivas, voltadas até mesmo para quem não tem muita intimidade com a internet. Por meio desse tipo de aplicativo, você consegue configurar todos os boletos que tem para pagar por ordem de vencimento.

Além disso, as novas tecnologias online facilitam a quitação dos boletos, evitando que você tenha gastos extras com multas e juros ou qualquer outro transtorno por causa de atrasos.

Com essas 5 dicas simples de como organizar as contas a pagar, você terá sucesso nessa tarefa e ainda vai sobrar tempo para focar no que realmente importa: os momentos da vida que são importantes para você.

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Como ser mais produtivo: 5 dicas práticas para o seu dia a dia

Todos nós possuímos a mesma quantidade de tempo todos os dias, não é mesmo? 24 horas, 1440 minutos, 86400 segundos para dar conta das demandas pessoais, profissionais e sociais.

Mas algumas pessoas conseguem produzir muito mais, enquanto outras lidam com a procrastinação, atrasos e uma lista crescente de coisas a fazer.

Se você faz parte do segundo grupo, com certeza já desejou descobrir como ser mais produtivo.

Afinal, nem sempre estar ocupado se traduz em produtividade. Além disso, é preciso equilíbrio para conciliar nossas expectativas e necessidades, e encontrar tempo para as coisas mais importantes em nossa vida.

Por isso, se você quer aprender como ser mais produtivo e realizar mais durante o seu dia, confira algumas dicas simples que podem fazer uma grande diferença em sua rotina:

Como ser mais produtivo

1. Use a agenda em seu favor

Existem várias estratégias eficientes para organizar o calendário e não perder compromissos ou esquecer tarefas importantes.

Algumas pessoas preferem criar listas de atividades diárias; outras conseguem lidar melhor com suas tarefas planejando semanal ou mensalmente; uns não abrem mão da agenda física, e outros preferem a praticidade do celular. Descubra o que funciona para você!

2. Defina prioridades

É comum que as pessoas comecem o dia de forma produtiva e eficiente, mas terminem com a sensação de que não fizeram nada. Isso acontece porque as tarefas e atividades não param de chegar, e tentar resolver tudo no mesmo dia gera frustração e ansiedade. Por isso, defina duas ou três prioridades por dia e encaixe as demais demandas no tempo disponível.

3. Siga o princípio 80/20

O princípio de Pareto é um dos maiores aliados de quem precisa aprender como ser mais produtivo. Também conhecido como regra do 80/20, ele diz que 80% dos resultados são consequência de 20% dos esforços.

Assim, uma pequena porcentagem de suas tarefas é responsável pela maior parte de seu sucesso. Para ser mais produtivo, basta identificar quais são essas tarefas e investir sua energia nelas.

4. Aprenda a delegar

Dividir a carga de trabalho e pedir ajuda quando é necessário são hábitos recorrentes das pessoas produtivas. Algumas responsabilidades podem ser assumidas por amigos, familiares e colaboradores com mais tempo disponível ou habilidades que facilitam sua execução.

Além disso, é possível simplificar a rotina automatizando tarefas, tanto em casa quanto no trabalho, utilizando aplicativos de resposta automática de e-mails, pagamento de contas e gestão financeira, por exemplo.

5. Equilibre obrigações e tempo livre

Se o objetivo é aumentar a produtividade, basta incluir o máximo possível de tarefas na agenda, certo? Errado! É importante respeitar os limites (do corpo e da mente), se alimentar bem, separar tempo para o descanso adequado e cuidar da saúde.

Para encontrar o equilíbrio, não basta se dedicar a ser mais produtivo; é fundamental cultivar os relacionamentos, descobrir hobbies e reservar tempo para relaxar da rotina.

É preciso lembrar que não existe um único caminho para aumentar a produtividade e aprender a fazer mais em menos tempo.

Por isso, é preciso encontrar o que funciona para cada pessoa no que se refere a como ser mais produtivo, e aproveitar o tempo para realizar projetos pessoais e profissionais sem se descuidar da saúde, da família e dos amigos.

E você, já descobriu como ser mais produtivo? Para continuar recebendo nossas dicas e não perder nenhum conteúdo, siga-nos nas redes sociais: estamos no Instagram, no Facebook e no LinkedIn!

Entenda a importância de fazer uma boa gestão de fornecedores

Estar atento à qualidade da gestão de fornecedores é fundamental para garantir que a operação e a imagem da sua empresa estejam de acordo com as suas expectativas. Trata-se de uma tarefa estratégica, principalmente nos tempos atuais, quando o consumidor procura ter informações não só de quem está comprando, mas também de toda a sua cadeia produtiva.

Por isso, essa leitura tem como objetivo guiar você pelos principais passos para fazer a gestão de fornecedores do seu negócio de forma correta, principalmente se você possui um alto volume de fornecedores. Falaremos sobre o conceito de gestão de fornecedores, as vantagens para sua empresa e, por fim, daremos dicas simples e eficientes de como realizar essa tarefa de uma maneira eficiente. Informe-se!

O que é a gestão de fornecedores?

Uma empresa só funciona bem quando a sua operação está alinhada com a gestão correta de todos que estão, de alguma forma, envolvidos no processo de produção dos produtos ou prestação dos serviços aos clientes. Dentro desse cenário, gerir adequadamente a sua rede de fornecedores é essencial. Com isso, você garantirá que os fluxos de trabalho que abrangem esses parceiros transcorram da forma correta. Há algum tempo, a gestão de fornecedores era uma prática, muitas vezes, deixada de lado nas empresas, por ser considerada pouco importante.

Mas, a história agora é outra. Hoje em dia, investir na administração desses fornecedores está entre as ações tidas como estratégias em qualquer organização. A razão da mudança de mentalidade é muito simples: os gestores constataram que fazer esse gerenciamento da maneira certa faz com que o seu negócio ofereça aos seus clientes o melhor produto ou serviço com uma relação de custo x benefício altamente satisfatória.

Portanto, podemos afirmar que a cadeia de suprimentos, também conhecida pelo termo em inglês supply chain, tem o propósito de gerir diversos fluxos, desde as informações, até os bens, finanças e serviços, por exemplo, gerenciando o relacionamento entre a organização e os seus fornecedores. O objetivo final é sempre conseguir auxiliar na busca pelas metas traçadas pela instituição.

Por que gerir a cadeia produtiva é importante?

Fazer o trabalho de gerenciamento de fornecedores requer investimento de tempo e muita organização para reunir as informações necessárias e realizar essa tarefa com excelência. Mas, podemos afirmar para você que o retorno faz tudo valer a pena. Administrar corretamente sua cadeia produtiva proporcionará à sua empresa resultados melhores, pois a partir do momento que você consegue atuar acertadamente na redução de despesas, o aumento da rentabilidade vem na sequência.

Controlar os gastos é uma tarefa muito mais simples e eficiente quando toda gama de fornecedores é gerida adequadamente. Você poderá economizar no custo dos seus produtos ao pesquisar valores no mercado, por exemplo. Uma dica importante é, sempre que possível, optar por contratar fornecedores que estejam sediados nas proximidades da sua empresa.

Essa é uma boa maneira de diminuir os custos com a logística de transporte, o que impactará diretamente no valor do seu contrato de fornecimento. Quando você tem sua supply chain toda alinhada em termos de valores e qualidade, sua produção ou prestação de serviços ganhará mais agilidade. Com isso, todo mundo sai ganhando: sua empresa e o seu consumidor.

Seu negócio fica mais competitivo, ganha mais credibilidade no mercado e o seu cliente fica mais satisfeito. Só não se esqueça de que, para isso acontecer, você deverá adotar algumas boas práticas fundamentais na gestão dos fornecedores.

Dicas de como fazer uma boa gestão de fornecedores

Que tal passarmos para a parte prática da gestão de fornecedores? Abaixo, reunimos as 3 principais práticas que você deve adotar para realizar essa tarefa eficientemente. Confira!

Identifique os objetivos da empresa

Não importa qual posição você ocupa dentro da empresa, o seu papel como um bom profissional é agir sempre de acordo com os objetivos e metas organizacionais. Com base nessas premissas, você atuará na conquista das parcerias mais vantajosas. Ao fazer a gestão de fornecedores, você precisa fazer um planejamento que esteja em conformidade com as definições estabelecidas pelo corpo diretivo da companhia. Assim, as metas criadas serão viáveis e possíveis de serem atingidas.

Entenda os custos e valores envolvidos

Gerir os fornecedores de uma maneira adequada é uma tarefa para quem conhece o processo completo que engloba a cadeia de suprimentos da organização, incluindo informações sobre os custos e valores envolvidos. Dessa maneira, o gestor poderá optar pelo melhor fornecedor sem precisar ter como critério de escolha apenas o preço mais baixo. O ideal é que a seleção seja feita com base na empresa que forneça o melhor serviço ou os prazos de entrega mais adequados para a operação do contratante.

Afinal, qualquer serviço mal prestado pelo seu fornecedor, como um produto com defeito ou danificado, refletirá desfavoravelmente na imagem e credibilidade da sua marca perante os seus clientes. Você, com certeza, já ouviu que o barato pode sair caro. No caso da gestão de fornecedores, esse ditado não poderia ser mais pertinente.

Verifique as qualificações dos fornecedores

Antes de escolher seus fornecedores, você precisa analisar criteriosamente as qualificações de cada um deles. Esse tipo de sondagem possibilita que sejam identificadas as melhores oportunidades para a empresa com a agilidade que seu negócio precisa. Além do mais, avaliar constantemente a sua cadeia de suprimentos faz com que as estratégias e processos sejam sempre aperfeiçoados, beneficiando a todos. Acredite, essa é a melhor maneira de fazer com que os seus fornecedores sejam verdadeiros parceiros.

Esse tipo de parceria é essencial para a sua empresa inovar sempre. As vantagens abrangem melhorias na confiabilidade das entregas, preços mais competitivos e a excelência na qualidade dos produtos e serviços oferecidos ao seu público final. Para finalizar esse post sobre a importância de fazer uma boa gestão de fornecedores, temos uma última dica para dar: use a tecnologia a seu favor. A Tilix, por exemplo, é uma solução que otimizará o tempo da sua equipe para administrar os pagamentos de toda a sua cadeia produtiva.

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Pagamento de boletos: como otimizar a gestão em pequenas empresas

Manter o controle financeiro da sua empresa, incluindo o pagamento de boletos em dia, é fundamental para manter as portas abertas. Afinal, a saúde das suas finanças é o motor que sustenta a engrenagem de qualquer negócio.

Sabemos que o pequeno empreendedor precisa otimizar a gestão da empresa, pois não é fácil administrar o pagamento de vários boletos no mês — o que gera um alto volume de informação.

Por isso, neste post, vamos contar para você quais são as boas práticas da gestão de contas a pagar em micro e pequenas empresas eficientes. Confira!

Registre todas as contas da empresa

Garanta que todas as contas da empresa sejam devidamente registradas. Para isso, procure usar a tecnologia a seu favor, utilizando um sistema de gestão financeira. Ao mapear todos os compromissos que a empresa precisa pagar, detalhando a data de vencimento e o valor de cada fatura, você evitará gastar dinheiro em vão com o pagamento de juros desnecessários devido ao atraso na quitação do boleto.

Outra vantagem de unificar as informações financeiras em um só lugar é que a sua gestão será bem mais eficiente. Você levará menos tempo para cuidar dessa função e minimizará qualquer tipo de erro.

Uma dica importante é não deixar nenhuma despesa de fora desse controle, nem mesmo aquelas que tenham um valor baixo. Cada centavo conta quando o assunto é controle financeiro empresarial.

Além disso, para ter um controle mais rigoroso de suas contas a pagar, esse registro deve ser dividido por categorias. Assim, será mais fácil analisar os gastos da sua empresa para saber de que maneira seus recursos estão sendo despendidos.

Crie centros de custos

Criar centros de custos é uma forma eficaz de controle dos pagamentos e recebimentos do seu negócio. Essa divisão pode ser feita de diversas formas: utilizando os setores, as filiais ou qualquer outro critério que seja apropriado para seu negócio, tais como:

  • logística;
  • comercial;
  • administração;
  • produção;
  • marketing.

Desse modo, será viável analisar os custos de sua pessoa jurídica, identificando quais centros de custos estão diminuindo ou aumentando as despesas. Com isso, você avaliará quais são os departamentos que precisam traçar estratégias de redução de gastos.

Cobre os inadimplentes

Com todos os seus pagamentos e recebimentos devidamente registrados, você possuirá todos os dados que precisa para fazer a cobrança da sua lista de inadimplentes. Lembre-se de que, para fazer o pagamento dos seus boletos em dia, é necessário que seus clientes quitem as dívidas com você. Assim, entrará dinheiro em caixa para arcar com as despesas.

Só não se esqueça de que existem boas práticas de cobrança que devem ser seguidas. Ao entrar em contato com o devedor, seja educado e cortês. Muitas vezes seu cliente apenas se esqueceu do prazo de vencimento.

Logo, é importante ter tranquilidade e cordialidade durante a conversa, pedindo um endereço de e-mail para reenviar o boleto. Depois, registre toda a interação no sistema, para caso seja preciso tomar alguma ação mais enérgica no futuro.

Tenha uma reserva financeira

Sempre existe a possibilidade de surgir alguma despesa inesperada e isso pode comprometer o controle das finanças do seu negócio. A partir de então, você pode precisar fazer retiradas que não estavam programadas, o que criará um desequilíbrio no saldo do seu caixa.

Por essa razão, tenha sempre uma reserva financeira. Isso reduzirá o risco de abalar a saúde financeira da sua empresa, tornando mais fácil o controle das contas a pagar e receber.

Recomendamos que você forme um fundo de reserva juntando um pouco de dinheiro mensalmente. O melhor a fazer é estabelecer um percentual do seu lucro a ser guardado para essa finalidade e ter comprometimento em realmente separar esse valor mês a mês.

Para otimizar a sua reserva financeira, direcione esse dinheiro para algum tipo de investimento que tenha liquidez diária, ou seja, que possa ser resgatado facilmente caso você precise desses recursos. Dessa maneira, você evitará que seu dinheiro perca valor, pois ganhará com a rentabilidade da aplicação.

Acompanhe constantemente seu fluxo de caixa

O fluxo de caixa é uma ferramenta fundamental para a saúde financeira de qualquer negócio. Apesar disso, é surpreendente como muitos empreendedores não prestam a devida atenção a ele. Para não ser um desses administradores displicentes, nosso conselho é monitorar o seu fluxo de caixa dentro de um curto intervalo de tempo.

Mesmo que a sua empresa seja pequena, saber exatamente como andam as finanças é a chave para manter as portas abertas ou fechadas. A boa notícia é que essa tarefa não demandará muito tempo do gestor que realiza um controle adequado das contas a pagar e receber.

Por isso, mais uma vez, aconselhamos você a investir em algum tipo de tecnologia que te permita gerar relatórios e fazer o acompanhamento dos resultados do seu negócio em tempo real.

Faça uso de um software de gestão

Como já mencionamos, usar um software de gestão facilitará muito a sua tarefa de gerenciar as receitas e despesas da sua empresa. Existem diversas opções no mercado para todas as necessidades e bolsos, com diferentes recursos para auxiliar o monitoramento das movimentações financeiras do seu negócio.

Conheça algumas funções que um sistema de gestão financeira possui:

  • consultar as informações em tempo real;
  • automatizar os cálculos;
  • lançar e baixar valores de maneira simples;
  • gerar relatórios com poucos cliques;
  • personalizar os procedimentos das contas a pagar e a receber.

Realizar esses processos com o uso de um software de gestão faz com que o empreendedor tenha agilidade no controle financeiro da empresa. Com isso, é possível reduzir custos e imprecisões. Além do mais, o administrador também conseguirá gerenciar com mais competência a sua taxa de inadimplência.

Ressaltamos que um bom gestor jamais deve subestimar qualquer detalhe quando o assunto é contas a pagar e receber, pois tudo faz diferença no seu caixa. Por essa razão, quando você decide investir no uso de tecnologia para administrar o seu negócio, o retorno desse investimento é imediato.

Uma pequena empresa costuma ter uma equipe enxuta para realizar muitas tarefas. Por isso, não é estratégico fazer com que seu time perca muito tempo na organização e pagamento de todas as contas.

Que tal melhorar essa dinâmica e não ter mais que lidar de forma manual com o pagamento de boletos? Isso é mais simples do que você imagina! Uma solução como o da Tilix possibilita a administração de boletos de forma rápida e segura, centralizando-os em um único lugar.

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