Entenda o impacto da transformação digital nas empresas

A partir do momento em que a tecnologia se desenvolveu no ambiente corporativo, ela ainda era tida como uma atividade restrita ao departamento de TI. Passado algum tempo, ela foi sendo incorporada nas áreas de RH, comunicação e marketing, até impactar de forma positiva, principalmente, o setor financeiro. Para esse fenômeno corporativo, damos o nome de transformação digital nas empresas.

Vários donos de negócios ainda imaginam que esse deve ser um esforço somente da TI ou algo relacionado apenas aos processos comerciais ou de relacionamento com o cliente. Mas, a transformação digital é muito mais do que isso, pois ela muda completamente de patamar as tomadas de decisão e a gestão financeira de uma empresa, otimizando recursos e minimizando riscos.

Leia este post para entender melhor qual é o impacto que esse evento trouxe para o mundo dos negócios.

O panorama geral da transformação digital nas empresas

Uma empresa que não usa a tecnologia a seu favor fica para trás no seu mercado de atuação. Esse tipo de empreendimento sempre terá seus concorrentes obtendo melhores resultados. Isso porque a transformação digital reestruturou as organizações, potencializando os negócios.

A instituição que conhece os avanços tecnológicos e investe neles, se reinventando digitalmente ao acompanhar essas mudanças, é capaz de otimizar seus processos, ganhando produtividade. Além do mais, a tecnologia também permite que a relação da empresa com os seus públicos de interesse seja estreitada, melhorando a percepção da sua imagem no mercado.

A transformação digital passa por investimentos em infraestrutura, como sistemas e equipamentos, além do desenvolvimento de um plano estratégico e de profissionais capacitados a trabalharem nessas mudanças. Vale lembrar que qualquer empresa, de qualquer ramo e porte, pode ser impactada positivamente, colhendo benefícios com a implantação da transformação digital em suas operações.

Os principais impactos da tecnologia no setor financeiro

Nos dias de hoje, todo o mundo está atravessando uma transformação digital forte e consistente. E esse fenômeno não vai parar em breve. Na realidade, quando o assunto é tecnologia, não podemos estabelecer um ponto de chegada, pois sempre existe um jeito de ir além, fazendo novas descobertas e adotando hábitos digitais que facilitam a rotina da organização e geram mais lucro.

No setor financeiro, essa premissa também é verdadeira. Existem muitas ferramentas que ajudam os gestores a administrarem com eficiência as finanças corporativas. A automação de tarefas operacionais, como pagamentos e recebimentos de boletos, ou mesmo emissão de notas fiscais, trouxe economia de tempo e aumento de produtividade para a área financeira.

Muitos executivos ainda têm medo de empregar as tecnologias provenientes da transformação digital no departamento financeiro de suas empresas, mesmo que isso represente a potencialização dos processos e otimização da saúde financeira do negócio. Mas esse é um grande erro, visto que os avanços tecnológicos são grandes aliados ao transformarem os procedimentos organizacionais, de maneira a ajudar a execução da gestão financeira, alavancando a estratégia da instituição.

As tecnologias voltadas para a gestão de recursos financeiros é capaz de estabelecer uma conexão entre cada um dos setores empresariais, informatizando os dados e automatizando atividades. Além do mais, esse tipo de tecnologia faz a centralização das informações financeiras em apenas um lugar, tornando mais fácil a gestão das finanças, a partir do momento em que permite que trabalhos rotineiros sejam executados com mais rapidez, simplicidade e sem dor de cabeça.

O gestor financeiro deve dispor de dados reais e confiáveis de tudo o que entra e sai da conta da empresa. Assim, ele conseguirá tomar decisões mais acertadas para o crescimento sustentável da organização. Todavia, o controle manual desse tipo de informação não tem o potencial de garantir a segurança de dados corretos e verdadeiros para qualquer tipo de tomada de decisão. Já a tecnologia elimina a possibilidade de erros.

Os benefícios da transformação digital para os negócios

Agora, chegou a hora de você conhecer quais são as vantagens que a transformação digital nas empresas oferece ao negócio como um todo, já que seu principal objetivo é cooperar para expansão do empreendimento. Veja!

Redução de custos

O uso da tecnologia digital na otimização da infraestrutura organizacional proporciona redução de custos por transação e aumento nas vendas. Isso porque a partir do momento em que o lucro aumenta, cada vez mais decisões podem ser tomadas visando a eficácia dos processos, gerando aumento na qualidade do relacionamento com o cliente.

Diminuição do retrabalho e aumento da produtividade

As atividades digitais econômicas com foco no cliente precisam ter um fluxo de trabalho simplificado, acabando com a sobrecarga e duplicidade de tarefas em plataformas antigas ou em procedimentos manuais.

Trabalho otimizado

As soluções digitais combinam informações contábeis e financeiras, para que todos os dados conversem entre si. Dessa maneira, a mão de obra especializada da sua empresa terá mais tempo livre para funções estratégicas.

Capacidade de mensurar

Uma grande vantagem da transformação digital nas empresas é poder obter métricas e examinar os dados angariados do sistema para análise do desempenho financeiro da organização. Isso faz com que o gestor tenha uma visão global e realista de como está a saúde financeira do negócio.

Mais agilidade

Quando a empresa conta com uma plataforma digital rápida e de fácil acesso, ela consegue se adequar com muito mais rapidez às tendências e demandas do seu setor de atuação e dos seus públicos de interesse.

Vantagem competitiva

A tecnologia é uma grande vantagem competitiva para qualquer organização, pois o negócio está mais preparado para ofertar inovação e melhores produtos ou serviços aos seus clientes. Uma empresa que usa a tecnologia a seu favor tende a sempre estar à frente da concorrência.

Colaboração entre departamentos

É normal as pessoas terem medo de mudanças. Isso acontece tanto com profissionais experientes quanto com quem ainda está começando a carreira. Porém, a adoção de novas tecnologias é fundamental para criar oportunidades de proporcionar a convergência da força de trabalho. Para tanto, é primordial que a liderança seja incentivadora da troca de ideias e conhecimento.

Como você pode ler neste post, a transformação digital nas empresas resulta na simplificação de processos, aumento da eficiência, da produtividade, além de diminuir a ocorrência de erros relacionados às informações financeiras de um negócio. Com isso, fica muito mais fácil fazer a organização crescer e prosperar.

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Como reduzir o extravio de boletos na sua empresa?

O extravio de boletos na empresa causa diversos problemas, como o pagamento de multas e juros por atraso, além de possíveis indisposições com os fornecedores do produto ou serviço. Mas, atualmente, o desenvolvimento da tecnologia oferece possibilidades para que o empreendedor não tenha que passar por esse tipo de situação.

Afinal, deixar de pagar boletos na data certa também prejudica o fluxo de caixa da empresa, impactando negativamente a saúde financeira do seu negócio. Leia este post e conheça algumas formas de reduzir o extravio de boletos no seu negócio.

Conheça algumas dicas para evitar o extravio de boletos

Algumas situações do cenário externo não podem ser controladas pela empresa, apesar de causarem impactos significativos no seu planejamento estratégico e nos resultados organizacionais, como crises econômicas. Por isso, um bom empreendedor sempre está bem preparado para controlar os acontecimentos que são possíveis.

Isso inclui uma gestão financeira organizada, disciplinada e que faz uso da tecnologia a seu favor para evitar erros e retrabalhos, reduzindo custos e prejuízos para o caixa da empresa.

Quando o assunto é o pagamento ou recebimento de boletos bancários, fazer essa tarefa manualmente significa perda de dinheiro, de tempo e de produtividade. Isso quando o título não é extraviado, causando diversas dores de cabeça à instituição.

Para que isso não aconteça no seu empreendimento, conheça 3 dicas importantes.

1. Opte por boletos eletrônicos

Imagine se chegar a data de vencimento do boleto e um profissional da sua equipe descobrir que, apesar de o serviço ter sido prestado ou de o produto ter sido entregue ao cliente, o título não foi recebido por ele.

Não dá para saber se o documento estava junto com a nota fiscal, se o erro foi interno do seu time de não ter mandado esse boleto ou se ele foi extraviado durante o transporte. O que sabemos é que, muito provavelmente, você não receberá o pagamento no prazo previsto. Esse tipo de acontecimento impacta diretamente o bom andamento do seu fluxo de caixa, pois a entrada que estava programada não acontece no dia certo.

O mais aconselhável a fazer para evitar essas e outras situações é optar pelo boleto eletrônico, colocando um fim nos boletos impressos. Ao usar esses títulos digitais, você diminui as despesas com impressão e otimiza a eficiência da administração das contas a receber e a pagar. Assim, não haverá surpresas ao fechar o mês. Outra vantagem é garantir a rastreabilidade de cada um dos títulos que a empresa emitiu.

Com a economia ainda dando sinais de recuperação lentos, um empresário deve estar atento à taxa de inadimplência do seu negócio. Ao emitir boletos eletrônicos, fica muito mais fácil controlar a carteira de cobrança com agilidade e segurança.

2. Mantenha um bom sistema de gestão de boletos

Administrar uma empresa não é uma atividade fácil, não importa qual o tamanho ou o setor de atuação dela. O empreendedor tem que dividir a sua atenção com vários aspectos, sempre procurando ser eficiente, oferecendo a máxima qualidade nos seus produtos e serviços.

A partir do momento em que esse gestor procura uma ferramenta tecnológica para ajudar nestes processos, fica muito mais fácil conseguir alcançar bons resultados empresariais. Um sistema de emissão e gerenciamento de pagamentos é imprescindível para uma boa gestão financeira.

E isso serve para empresas de qualquer porte, inclusive para as que ainda são pequenas e até mesmo para profissionais autônomos, que não possuem empregados para cuidarem do acompanhamento dos boletos.

Procure uma plataforma para gestão de boletos bancários que tenha uma interface intuitiva, acessível a todos e que ajude na organização financeira do seu negócio ao gerenciar esses títulos com agilidade e cuidado.

3. Automatize a gestão dos boletos

Se a sua empresa recebe muitos boletos de cobrança, isso significa que essas informações precisam ser bem organizadas para que nada seja perdido. Afinal de contas, o extravio de boletos causará atraso no pagamento, o que acarreta em cobrança de multas e juros, além de uma possível indisposição com o fornecedor, gerando impactos negativos para a imagem da firma.

A automação da gestão de boletos é a escolha perfeita para esse cenário. Ao economizar tempo de seus colaboradores com tarefas que podem ser feitas por um aplicativo, você tem a possibilidade de deslocá-los para atividades mais estratégicas, evitando que eles tenham que lidar com burocracias desnecessárias.

Ao automatizar o gerenciamento dos seus boletos empresariais, você diminui o risco de erros nesse processo, trabalhos repetitivos e, como consequência, elimina a baixa produtividade do seu time por completo.

Saiba como escolher o melhor modelo para um bom controle de boletos

Agora, vamos te contar algumas dicas simples e eficientes para que você possa escolher a melhor plataforma digital de controle de boletos.

Entenda as necessidades da sua empresa

Antes de qualquer coisa, você precisa conhecer quais são as reais necessidades, dificuldades e oportunidades para melhorar a sua gestão financeira.

Um erro bastante comum quando um empresário vai contratar um aplicativo para controlar seus boletos é pensar que qualquer escolha será boa para sua organização, sem analisar o que a sua empresa necessita especificamente. Fechar negócio com a plataforma digital errada é prejuízo para o seu caixa.

Conheça as funções da plataforma

Saber quais são as funções das plataformas que você está analisando é uma etapa importante, depois que você estudou o que o seu negócio precisa. Para não deixar nenhum pagamento em aberto, você deve buscar uma ferramenta que ofereça, por exemplo, notificações de vencimento, sincronização automática de boletos e filtros personalizados para ajudar a gestão desses títulos.

Analise a relação custo X benefício

A partir do momento que você já entendeu o que sua empresa precisa e já analisou as funcionalidades do aplicativo que pretende usar, é hora de constatar se essa plataforma digital realmente vai gerar vantagens para o seu empreendimento, de modo a compensar o custo que você terá com ela.

Um bom custo x benefício é aquele que proporciona redução das despesas com a folha de pagamento, pois você precisará de menos funcionários para fazer atividades de controle financeiro.

Com essa leitura, você agora é capaz de saber como reduzir o extravio de boletos na empresa usando a tecnologia a seu favor. Inclusive um pequeno empreendedor consegue controlar os pagamentos do seu negócio de forma organizada e eficiente, usando a plataforma digital correta.

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5 indicadores de gestão financeira que você precisa acompanhar

Uma empresa só consegue apresentar crescimento sustentável quando sabe realizar a análise dos seus resultados operacionais. A compreensão dos demonstrativos financeiros do negócio é fundamental para a avaliação da performance corporativa, e o acompanhamento adequado precisa ser embasado em indicadores de gestão financeira.

Esses indicadores facilitam o entendimento do cenário da organização. Assim, o gestor é capaz de desenvolver um planejamento estratégico com ações certeiras para otimizar os resultados. Afinal de contas, uma empresa sem dinheiro para investir e cumprir com suas obrigações financeiras não tem como crescer.

Leia este post para conhecer os 5 principais indicadores de gestão financeira empresarial e entenda de que forma eles ajudam a performance do seu negócio.

1. Custos fixos e custos variáveis

Os custos fixos são os gastos contínuos da firma, ou seja, os que precisam necessariamente ser considerados no ano. O melhor jeito de categorizar uma empresa como custo fixo é buscar analisar se esse sofre uma grande variação ou não conforme a demanda produtiva. Por exemplo: uma loja de bolos paga o mesmo valor de aluguel do imóvel, independentemente se produzir 10 ou 100 bolos por mês. Então, o aluguel é um custo fixo.

Os custos variáveis oscilam na proporção das atividades produtivas do negócio. Isto é, o valor de um custo variável depende diretamente da demanda. Por exemplo, a loja de bolo vai gastar mais farinha quanto mais bolos forem produzidos. Portanto, o empresário precisa saber quais são os custos fixos e variáveis da sua empresa, a fim de entender qual deve ser a produção do seu negócio para que essas despesas sejam cobertas, obtendo lucro.

2. Margem bruta

A margem bruta mostra o ganho da organização com a venda de um produto ou serviço, descontados os gastos de produção e comercialização. O cálculo desse indicador de gestão financeira é obtido com a seguinte fórmula:

Margem Bruta = (Receita – Deduções – Custos Diretos Variáveis) x 100

3. Margem líquida

A margem líquida é responsável por revelar o que sobrou da quantia vendida deduzidos todos os custos, inclusive o imposto de renda. Essa margem aponta o lucro líquido empresarial para cada unidade vendida pelo negócio. Você deve calcular a margem líquida dividindo o lucro líquido pelas vendas e, então, multiplicando o resultado por 100.

4. Ponto de equilíbrio

O ponto de equilíbrio expõe o valor de faturamento a ser alcançado para que as contas empresariais fiquem equilibradas. Podemos dizer que esse indicador seria o “empate financeiro”, quando as entradas e saídas do caixa são iguais.

Ele é imprescindível para o gestor encontrar a estabilidade financeira do seu estabelecimento. Portanto, se você perceber que está muito longe do ponto de equilíbrio do seu negócio, pare e analise o que está errado na sua capacidade produtiva. Depois, tome atitudes para mudar esse cenário.

Para calcular esse indicador, divida os custos fixos pela margem de contribuição.

5. Liquidez corrente

Aponta os valores que o empreendimento receberá em contrapartida ao que deve ser pago em um determinado intervalo de tempo. O ideal é que a liquidez corrente seja sempre maior do que 1. Quando o resultado fica abaixo disso, estamos falando de uma empresa endividada, que pode não conseguir arcar com as suas obrigações.

A fórmula da liquidez corrente é:

Liquidez corrente = ativo circulante / passivo circulante.

Analisar os indicadores de gestão financeira é crucial para que o empreendedor possa administrar os recursos do seu negócio adequadamente. Esse estudo não deve ser feito separadamente, pois todos indicadores estão relacionados uns com os outros. Ao estudá-los em conjunto, você conseguirá ser um gestor muito mais eficiente.

Agora, continue a sua leitura com esse post: Confira as 5 melhores práticas de gestão de boletos para empresas!

Descubra como fazer a gestão do fluxo de caixa de maneira efetiva

Um empreendedor que não sabe exatamente o que entra e o que sai de dinheiro do seu caixa simplesmente fica impossibilitado de controlar adequadamente as finanças da sua empresa. O mapeamento das receitas e despesas é algo básico e indispensável para uma administração eficiente. Isso porque a gestão de fluxo de caixa, quando feita corretamente, fornece uma base de dados extremamente relevante para apoiar a tomada de decisões.

O empresário que realiza o fluxo de caixa consegue visualizar de maneira ampla como anda a saúde financeira do negócio. Isso significa identificar, por exemplo, que um determinado mês com potencial para excelentes números de faturamento, na verdade, produziu ganhos quase similares aos gastos.

Por essa razão, vamos explicar para você quais são as melhores práticas para gerenciar seu fluxo de caixa da melhor forma. Confira!

Entenda os diferentes tipos de fluxo de caixa

O primeiro passo para uma gestão de fluxo de caixa efetiva é conhecer quais são os tipos existentes. Veja:

Projetado

O fluxo de caixa projetado tem como objetivo, justamente, projetar as quantias que a empresa tem a receber e a pagar. Com ele, é possível prever a necessidade de capital de giro, o quanto o negócio pode vender, as receitas e despesas, a provisão de recursos para investimentos, entre outros pontos.

Para elaborar esse tipo de fluxo de caixa, você precisa considerar o histórico da organização, as tendências do mercado e cenários esperados para inflação e oscilações no custo dos insumos e demais despesas, como transporte, manutenção etc.

Operacional

O fluxo de caixa operacional representa o registro das transações financeiras que estão relacionadas exclusivamente à operação do empreendimento, como a compra de material. Aqui, você não deve considerar rendimentos de ativos, impostos, aquisição de imobilizados, entre outros gastos que não pertencem à operação.

Direto

O fluxo de caixa direto é parecido com o operacional. Mas, nesse caso, deve-se incluir os tributos, investimentos e a necessidade de capital de giro. Esse tipo faz o registro das operações financeiras sem nenhum desconto. Isto é, todas as movimentações são anotadas com o seu valor bruto, para que sirva como uma forma mais completa de controlar as finanças.

Indireto

Já o fluxo de caixa indireto diz respeito ao lucro e prejuízo apontados na Demonstração de Resultado do Exercício (DRE). Sua atualização é baseada em fatores econômicos, como amortizações e depreciações.

De investimentos

Depois que todos os gastos e custos da organização forem deduzidos, a quantia que sobra é usada para compor o fluxo de caixa de investimentos. Ele deve considerar o dinheiro que foi utilizado com a compra de máquinas, gastos de capital e o que entrou na conta pela venda de ativos. Analisar esses números possibilita enxergar mais claramente se sobrarão recursos para investir.

Livre

O fluxo de caixa livre é referente ao que sobra no caixa após as deduções e os pagamentos contábeis. Se você precisa fazer qualquer tipo de estimativa financeira ou valorar uma empresa, essa é a melhor maneira, visto que esse tipo de fluxo de caixa mostra a capacidade que o negócio tem quanto à distribuição de dividendos. Ele mede o potencial da organização em gerar capital em longo, médio e curto prazo.

Separe categorias

Para compreender exatamente como o dinheiro da sua empresa está sendo gasto e de onde estão vindo as receitas, você precisa dividir os lançamentos do seu fluxo de caixa em categorias. Atente-se apenas ao fato de que essa categorização precisa ser pertinente ao seu tipo de negócio, sendo que o objetivo da divisão é gerar informação relevante para a tomada de decisão.

Algumas categorias básicas são:

  • receitas/entradas;
  • custos;
  • despesas;
  • investimentos;
  • financiamentos.

Cadastre as contas a pagar e a receber

Depois de estruturar as categorias do seu fluxo de caixa, chegou a hora de cadastrar todas as contas a pagar e a receber. Se você acha que aquelas despesas de menor valor não precisam ser registradas, pois são muito pequenas e não farão diferença, está muito enganado.

O resultado do seu fluxo de caixa precisa bater exatamente com o saldo da sua conta corrente empresarial. Por isso, nada pode ficar de fora. Além do mais, esses pequenos gastos somados podem representar um valor considerável no final do mês. Só com o mapeamento correto você será capaz de perceber se isso está ou não acontecendo. A mesma coisa serve para as vendas.

Crie uma rotina

Para que você não deixe de fazer esse monitoramento e registro de todas as transações financeiras do seu empreendimento, nossa dica é criar uma rotina para a tarefa. Pode ser todos os dias pela manhã, ou no final do expediente. Dependendo do volume de movimentação do seu caixa, você pode até fazer isso a cada dois dias. Avalie a sua rotina e inclua essa atividade nos seus afazeres.

Analise resultados

De nada adianta se empenhar na estruturação e anotações do seu fluxo de caixa se não parar para analisar os resultados obtidos. Afinal, você conhece o seu negócio melhor do que ninguém. Por isso, é a pessoa ideal para estudar e interpretar o que aqueles números querem dizer.

Você pode perceber que precisa reduzir gastos, ou que a venda de um determinado produto ou serviço está indo melhor do que esperava e, portanto, deve investir em mais divulgação para aproveitar o bom desempenho.

Conte com aplicativos para ajudar

Quando você opta por utilizar aplicativos para o mapeamento dos pagamentos empresariais, ganha produtividade nas suas atividades diárias estratégicas.

Ser um pequeno empreendedor não é fácil, pois sobra trabalho e falta mão de obra. Por isso, é preciso otimizar seu tempo e automatizar tudo o que for possível. Só assim você conseguirá focar no planejamento estratégico do seu negócio.

A gestão de fluxo de caixa é responsável por auxiliar o desenvolvimento da sua empresa, mostrando como está a saúde financeira da organização e embasando decisões mais acertadas.

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Conheça 5 maneiras eficazes de como reduzir custos na empresa

O controle das finanças é fundamental para um negócio manter a saúde financeira, prosperando e expandindo suas operações de forma sustentável. Uma parte importante desse processo é encontrar maneiras de como reduzir custos na empresa.

Isso porque, muitas vezes, as vendas estão indo bem, mas os gastos estão excessivos, fazendo com que a rentabilidade seja prejudicada. Portanto, o empreendedor deve sempre estar atento a como os recursos estão sendo empregados.

Só não vale cair no erro de querer cortar despesas que impactarão negativamente na qualidade do seu produto, serviço e atendimento ao cliente, pois essa será uma economia nada inteligente. Leia este post e conheça 5 maneiras eficazes de reduzir custos na empresa.

1. Estimule a cultura da economia

Procure realizar campanhas internas para incentivar os colaboradores a evitar desperdícios. Já a organização também tem o seu papel nessa tarefa, como eliminar o uso de copos descartáveis, oferecendo opções alternativas e sustentáveis, como uma caneca personalizada para o funcionário.

Outra dica para mostrar o comprometimento da companhia em economizar, disseminando essa prática aos colaboradores, é ligar o ar-condicionado apenas nos períodos mais quentes do dia. Quando possível, abra as janelas e deixe o ar fresco entrar.

2. Otimize o tempo da equipe

Otimizar o tempo do seu time significa usar com mais sabedoria os recursos que você tem. Para isso, é fundamental identificar tarefas que prejudiquem a produtividade das áreas.

3. Busque profissionais qualificados

Não confunda corte de gastos com demissões. Sabemos que uma das maiores despesas de uma empresa costuma ser a folha de pagamento, mas essa redução pode não ser a melhor solução. Afinal de contas, demitir um funcionário também traz custos para o empreendimento, que podem ser bem altos em alguns casos.

Além disso, ter um número inferior ao necessário de empregados pode impactar na qualidade do atendimento ao cliente e na entrega dos produtos e serviços, o que prejudicará as vendas e, consequentemente, fará seu faturamento cair. Ou seja, a economia pode virar um prejuízo. Por essa razão, ao contratar alguém, foque sempre na qualificação desse profissional, identifique se ele possui as habilidades e competências alinhadas ao seu negócio e, o mais importante, faça com que ele se sinta valorizado e essencial para o sucesso da organização.

4. Deixe os processos mais ágeis

Você pode ter os profissionais mais qualificados trabalhando com você, mas se eles não tiverem as ferramentas adequadas para desempenharem suas funções, perderão tempo com tarefas pouco produtivas.

Então, se sua empresa quer reduzir custos, é preciso achar maneiras de otimizar processos, trazendo mais agilidade e dinamismo à rotina do negócio. Existem diversas plataformas no mercado para automatizar procedimentos, seja para prospectar clientes, aumentar o banco de dados com novos leads, acompanhar as vendas ou fazer a gestão financeira.

5. Automatize a gestão financeira

Use a tecnologia a seu favor, pois ela é uma grande aliada de qualquer empresário. Isso deve ser feito especialmente no departamento financeiro, pois o setor possui muitas transações, como o registro das entradas e saídas, o pagamento das contas, entre outras. Procure, por exemplo, automatizar a quitação dos boletos, tornando essa tarefa mais simples e rápida, além de reduzir erros e prejuízos com o atraso nos pagamentos.

Sabemos que diminuir os gastos de um negócio não é algo fácil. Por isso, faça com que todos os seus colaboradores vistam a camisa dessa nova política. Caso você encontre resistência no seu time, faça-os compreender que o corte de despesas também tem como objetivo ampliar a margem de lucro e aumentar as compensações.

Agora que você já conhece as melhores dicas de como reduzir custos na empresa, compartilhe esses ensinamentos com seus amigos em suas redes sociais!